quarta-feira, 20 de abril de 2011

Avanço no ensino contempla direitos, identidade e cidadania

Depois de alcançada a universalização da educação indígena, o desafio, agora, é garantir a qualidade do ensino (foto: João Bittar)Se fosse dar uma aula nesta terça-feira 19, Dia do Índio, Gersem Baniwa diria que as crianças indígenas nascem hoje com expectativa de futuro, com os direitos de identidade e de cidadania reconhecidos. Indígena de uma tribo do Amazonas, o coordenador-geral de educação escolar indígena do Ministério da Educação conta que há 40 anos essa aula de otimismo não seria possível. “A criança nascia sem perspectiva e ela não tinha nem interesse em aprender a própria língua materna”, afirma. “Diziam a ela que essa língua estava fadada a desaparecer e que era melhor aprender o português.”

Na última década, houve avanços significativos na política para a educação indígena, segundo Baniwa, a começar pelo reconhecimento à escola como um direito, não mais como um serviço de assistência. Hoje, todos os indígenas brasileiros estão na escola. São 2.836 unidades de ensino e 200 mil estudantes da educação básica, segundo dados do censo escolar de 2010. “Não foi fácil, mas a universalização foi atingida”, diz Baniwa. “O desafio agora é garantir a qualidade do ensino.”

Falta ainda melhorar a infraestrutura das escolas e continuar o processo de formação superior de professores indígenas, iniciado em 2003. Atualmente, 30% das escolas estão com problemas. “Algumas nem existem fisicamente, mas funcionam debaixo de árvores, na maloca do cacique”, explica o coordenador. Dos 12 mil professores indígenas, cinco mil já têm curso superior ou fazem cursos de graduação.

Outro desafio é ampliar o material didático específico para as diferentes comunidades indígenas. “Conseguimos produzir 150 títulos, mas é um número pequeno”, afirma. “Temos 234 povos indígenas no Brasil, com seus costumes e tradições.”

Culturas — Para se ter ideia da complexidade da educação escolar indígena, são 180 línguas faladas por esses povos no Brasil. A conquista do direito a uma educação diferenciada teve início em 1988, com a Constituição Federal. O parágrafo 2º do artigo 210 assegura aos povos indígenas o ensino fundamental em língua portuguesa, além do uso de suas línguas maternas. A Constituição avança também no ensino da história do Brasil, que passou a levar em conta as contribuições das diferentes culturas e etnias para a formação do povo brasileiro.

Antes, explica Susana Grillo, da Coordenação de Educação Escolar Indígena do MEC, os livros de história traziam apenas uma visão romantizada do indígena brasileiro. “Eram geralmente tratados no passado e citavam, quase sempre, os tupinambás, que moravam em ocas, que formavam a aldeia”, comenta. “Eles já estão extintos há muito tempo e são muito diferentes da realidade e diversidade indígena no Brasil.”

Hoje, há livros didáticos que trazem o mapa das terras indígenas. Pouco a pouco, a sociedade brasileira, segundo Susana, derruba os mitos. Um deles é a ideia de que os índios estão em extinção. “Declarava-se nos anos de 1970, que em 2000 não haveria mais índios no Brasil, mas o declínio demográfico indígena se inverteu; hoje, eles crescem, em média, 3,6% ao ano, enquanto a população brasileira registra índice de 1,6%”, diz Susana.

E é dela a sugestão de que, neste 19 de abril, em vez de apenas fantasiar as crianças de indiozinhos, as aulas sejam bem mais educativas, que se estendam além da abordagem folclórica: “Os indígenas são parte da sociedade brasileira contemporânea, povos com culturas singulares, ricas em tradições, que buscam seus direitos de cidadãos, lutam pela proteção de seus territórios e por uma educação diferenciada.”

Rovênia Amorim

Fonte: Portal Mec

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Prazo para alunos premiados retirarem o notebook vai até junho

EDITAL DE NOTIFICAÇÃO

O GOVERNO DO ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL, por meio da Secretaria de Estado de Educação (SED), em conformidade com o Decreto n° 13.117, de 3 de fevereiro de 2011, que regulamenta disposições da Lei n° 3.966, de 23 de setembro de 2010, que institui o Programa Escola para o Sucesso na Rede Estadual de Ensino, FAZ SABER a todos que do presente Edital de Notificação tomarem conhecimento, especialmente os alunos da Rede Estadual de Ensino premiados no Programa Educação para o Sucesso, mas não compareceram aos eventos de entrega de notebooks marcados para os polos onde a unidade escolar se encontra jurisdicionada, a apresentarem-se no período de 15 de março a 15 de junho de 2011, na Secretaria de Estado de Educação, com sede na Avenida do Poeta, Bloco 5, Campo Grande/MS, no horário das 8 às 17 horas, de segunda a sexta-feira, para tratar da retirada de seus prêmios, sob pena de perdê-los, conforme estabelece o prazo comunicado nas escolas estaduais. Ficam os interessados cientes de que é necessário o atendimento das seguintes condições para a retirada do prêmio:

  • estar acompanhado do pai ou responsável, portando documento de identidade e certidão de nascimento;
  • no caso do responsável, de documento legal que o institui como responsável;
  • havendo necessidade de uma procuração ela deve ser específica para tal finalidade.

E, para que chegue ao conhecimento de todos os interessados, é expedido o presente Edital, que será afixado nas dependências das unidades escolares do Estado.

MUNICIPIOS/ESCOLAS

ANO/ FASE

ETAPA

ESTUDANTES

ÁGUA CLARA

EE Castelo Branco

1° ANO

E.F.

Luisa Rodrigues dos Santos

EE Castelo Branco

3° ANO

E.M.

Jaqueline Bahls de Lima

EE Chico Mendes

2ª FASE

E.F.

Sandra Maria de Souza

AMAMBAI

EE Vaspasiano Martins

2° ANO

E.F.

Angelina Castro Abreu

APARECIDA DO TABOADO

EE Georgina de Oliveira Rocha

4ª FASE

E.F.

Alessandro Silva Rodrigues

AQUIDAUANA

EE Antonio Salústio Areias

3º ANO

E.F.

Alex Sandro Ajala Amaral

ANGÉLICA

EE Dr. José Manoel Fontanillas Fragelli

3° ANO

E.M.

Maíra Suzani Gomes Duarte

ARAL MOREIRA

EE João Vitorino Marques

2° ANO

E.M.

Jaqueline Bezerra da Silva

BELA VISTA

EE Profª Vera Guimarães Loureiro

1º ANO

E.M.

Luciana Ravanhani Miranda

EE Castelo Branco

2º ANO

E.F.

Nicolas Duarte de Carvalho

CAARAPÓ

EE Tenente Aviador Antônio João

1° ANO

E.F.

Jhonatan Ribeiro da Silva

EE Arcênio Rojas

2ª FASE

E.F.

Carlos Alexandro Beserra de Orlandia

CAMPO GRANDE

EE Dolor Ferreira de Andrade

1º ANO

E.M.

Lorena Ribeiro Sardeiro

EE Vespasiano Martins

9º ANO

E.F.

Charles Cândido dos Santos

EE Marçal de Souza Tupa y

4º ANO

E.F.

Carlos Daniel Bogarin Dutra

EE Padre Mario Blandino

7º ANO

E.F.

Emanueli Alves dos Santos

EE Profª Zélia Quevedo Chaves

3º ANO

E.M.

Amanda Souza Lima Barbosa

EE 11 de Outubro

4º ANO

E.F.

Antônio Marcos do Amaral Nunes Paes

EE Guia Lopes

1º ANO

E.M.

João Gabriel do Nascimento

EE Lucia Martins Coelho

7º ANO

E.F.

Sara Meira Damico

EE Riachuelo

5º ANO

E.F.

Keteryn Fenelon Pereira

CHAPADÃO DO SUL

EE Augusto Krug Netpo

1° ANO

E.F.

Tamires Lima Santos

EE Augusto Krug Netpo

2ª FASE

E.M.

Alexandre Martini

EE Augusto Krug Netpo

2° ANO

E.M.

Assucena Nayara Machado

EE Augusto Krug Netpo

5° ANO

E.F.

Richard Santana Ferreira

CORUMBÁ

EE Julia Gonlves Passarinho

3° ANO

E.F.

Ester Angelo Alves de Sousa

EE Dr. Gabriel Vandoni de Barros

8° ANO

E.F.

Damaris Rodrigues Pinto

EE Dr. Gabriel Vandoni de Barros

3ª FASE

E.F.

Ronaldo Luis Fagundes da Silva

EE Dr. João Leite de Barros

4ª Fase

E.F.

Josete Nascimento Gonçalves Pereira

EE Dr. João Leite de Barros

2° ANO

E.F.

Roger Guilherme da Silva

EE Otacílio Fautino da Silva

4° ANO

E.F.

Beatriz da Silva Antonio

EE Nathércia Pompeo dos Santos

3ª FASE

E.F.

Indira Correa Martins

EE Dom Bosco

5° ANO

E.F.

Nadine Pimenta Gonçalves

COSTA RICA

EE Ver. Kendi Nakai

6° ANO

E.F.

Jheniffer Ceccato da Silva

EE Ver. Kendi Nakai

3° ANO

E.M.

Amanda Alves de Oliveira

EE Ver. Kendi Nakai

2° ANO

E.M.

Dayvid Carlos Ferreira da Silva

EE Santos Dumont

8° ANO

E.F.

Ítalo Rudson Lima Martines

COXIM

EE Pedro Mendes Fontoura

5° ANO

E.F.

Rayane Goulart da Costa

EE Prof.ª Clarice Rondon dos Santos

2ª FASE

E.M.

Luciene Fernandes dos Santos

DOURADOS

EE Prof.ª Floriana Lopes

2ª FASE

E.F.

Maria Aparecida Cavalcante Neto

IGUATEMI

EE 8 de Maio

3° ANO

E.M.

Jonathan Marcos Nogueira de Medeiro

EE 8 de Maio

8° ANO

E.F.

Jonny Matheus Nogueira de Medeiro

EE Paulo Freire

7° ANO

E.F.

Ingryd Fernandes da Silva

INOCÊNCIA

EE João Pereira Valim

7° ANO

E.F.

Taislainy Oliviera Silva

ITAPORÃ

EE Princesa Izabel

3° ANO

E.M.

Jorge Henrique Lizort Camargo

LADÁRIO

EE 2 de Setembro

1ª FASE

E.M.

Cleide Beca Santiago dos Santos

EE 2 de Setembro

6° ANO

E.F.

Bianca Dos Santos Magalhães

MARACAJU

EE Cel. Lima de Figueiredo

1ª FASE

E.M.

Catarina Gonçalves Pereira

MIRANDA

EE Carmelita Canale Rebuá

2ª FASE

E.M

Fátima de Oliveira Marzola Nunes

EE Carmelita Canale Rebuá

2º ANO

E.F.

Luis Gustavo Hermoza JustiniANO

EE Dona Rosa Pedrossian

1º ANO

E.M.

Gabriela Mori dos Santos

EE Dona Rosa Pedrossian

3º ANO

E.F.

Caroline Oliveira Rodrigues Miranda

NAVIRAI

EE Juscelino Kubitschek

2ª FASE

E.M.

Genize Peixoto Vaez

EE Vinicius de Moraes

3° ANO

E.F.

Grazielle Henares de Souza Gomes

EE Vinicius de Moraes

1° ANO

E.F.

Vanessa Bianca Bueno Santos

EE Presidente Médici

2° ANO

E.M.

Dalessa Rodrigues Rocha

EE Presidente Médici

1° ANO

E.M.

Carina Yuni Takahashi

NOVA ALVORADA DO SUL

EE Delfina Nogueira de Souza

1º ANO

E.M.

Gracielle José Barbosa da Costa

NOVA ANDRADINA

EE Luiz Soares Andrade

4° ANO

E.F.

Jony Guilherme Torres Aguero

NIOAQUE

EE Odete Ignêz Resstel Villas Bôas

3ª FASE

E.F.

Leticia Ribeiro Gutierrez

MUNICIPIOS/ESCOLAS

ANO/ FASE

ETAPA

ESTUDANTES

PARANHOS

EE Santiago Benites

2ª FASE

E.F.

Rosa Inês Macena Franco dos Santos

PONTA PORÃ

EE João Brematti Calvoso

2° ANO

E.M.

Jeniffer Alves Gonçalves

PORTO MURTINHO

EE José Bonifácio

5º ANO

E.F.

Lucas Eduardo Vaez

RIBAS DO RIO PARDO

EE Dr. João Ponce de Arruda

4º ANO

E.F.

Dayane Tedivo dos Santos

RIO BRILHANTE

EE Etalívio Pereira Martins

3° ANO

E.M.

Isadora nunes Rezende

RIO VERDE DE MATO GROSSO

EE Thomaz Barbosa Rangel

6° ANO

E.F.

Greice Kelly Mendes Silva

EE Thomaz Barbosa Rangel

4° ANO

E.F.

Jucélia da Silva Oliveira

SÃO GABRIEL

EE São Gabriel do Oeste

2 ° ANO

E.M.

Patricia Grison Fortti

TRÊS LAGOAS

EE Fernando Corrêa

1ª FASE

E.M.

Lismar Mikranda da Silva

 

terça-feira, 12 de abril de 2011

Livros para todas as idades

Atenção Pais e professores: Acesse o site da Abril "Educar para crescer" e monte uma Biblioteca para o seu filho ou seus alunos. Indicação de livros para crianças de dois anos até jovens de 18 anos. Divertido e organizado! Acesse e confira! fonte: http://educarparacrescer.abril.com.br/livros/index.shtml

Fonte: Blog da Profª Vilma

Diversidade na escola favorece socialização dos estudantes

Intérprete de libras acompanha alunos surdos durante as aulas. Foto: Fabiana CarvalhoDurante o intervalo das aulas, na escola municipal Dona Lili, em Balneário Camboriú (SC), duas crianças gesticulam incessantemente. Sorrindo, os professores só as observam de longe. Os gestos rápidos, firmes e incisivos não são acompanhados de sons. Os meninos estão conversando na linguagem brasileira de sinais (libras).
A cena, cada vez mais frequente em escolas públicas, revela resultados da política do governo federal para inclusão de estudantes com deficiência em turmas regulares. Uma campanha de televisão divulgada esta semana, promovida pelo Ministério da Educação, mostra a importância da inclusão desses estudantes e o combate ao preconceito.
Um dos estudantes da escola de Camboriú é Sanderson Ferreira, 13, surdo, matriculado na turma regular do sétimo ano. Sanderson é um dos 13 alunos com deficiência, física ou mental, atendidos na Dona Lili. São crianças com surdez, espectro autista, paralisia cerebral, síndrome de Tourette, mas que frequentam a escola comum. Durante as aulas, Sanderson é acompanhado por um intérprete de libras que repassa, na linguagem de sinais, o conteúdo explicado pelo professor.
Com dez anos de funcionamento, a escola se adaptou para atender as necessidades de seus alunos, seja nas rampas de acesso, nos intérpretes de libras ou no apoio pedagógico especial, durante as aulas e nos contraturnos. O esforço busca propiciar aos alunos com deficiência a oportunidade de adquirir conhecimento no mesmo ambiente das outras crianças.
A diretora da escola, Suzete Reinert, considera essa política como instrumento para formação não apenas intelectual das crianças. “O nosso principal objetivo é que nossos alunos aprendam, dentro de suas possibilidades, o máximo possível”, diz ela. “Porém não é só o aprendizado acadêmico, do português e da matemática, que importa. Vindo aqui, eles ganham mais independência, sociabilizam melhor e superam seus limites”, diz a diretora.
Barreira – Uma barreira no processo de inclusão é a falta de conscientização de alguns professores, que resistem à presença dos alunos em sala de aula, recusam-se a alterar seus métodos de ensino e têm dificuldades de aceitar os profissionais de apoio pedagógico especial, que auxiliam professores que possuem alunos com deficiência na sala. O trabalho do apoio especial não substitui o professor regente, o principal responsável pelo aluno.
Segundo Suzete Reinert, “é importante que os professores saibam qual é a deficiência que a criança tem, pois as necessidades de uma criança com autismo são diferentes das de um cadeirante”. Para superar a desconfiança é preciso focar na formação do professor.
Pedagoga especializada em educação especial, Giséli Vinotti faz parte da equipe de apoio pedagógico especial da escola. Ela defende a inclusão e o aprendizado das crianças com deficiência como um esforço da escola, da criança e dos pais. “Um dos problemas que enfrentamos é a resistência de alguns pais para permitir que seus filhos venham à escola, eles resistem muitas vezes por achar que a escola não vai dar a atenção necessária”, afirma Vinotti.
Escola acolhe estudante comum e cadeirante na mesma sala. Foto: Fabiana Carvalho Pai de uma aluna com espectro autista e professor de informática da Dona Lili, Jamis Correa reconhece a importância da escola na vida da filha. “Ela tem dificuldade de se adaptar à rotina e encontra isso aqui. A escola conversou com a gente e se preparou para recebê-la, hoje ela já pergunta pelas aulas do dia.”
As ações desenvolvidas na escola Dona Lili se enquadram nos projetos de inclusão da rede municipal de educação de Balneário Camboriú e são coordenados pelo Departamento de Educação Especial.

Profissionais
– Implantado em 2002 para levar uma educação inclusiva de qualidade, o departamento conta com profissionais especializados, como pedagogos e educadores especiais, psicólogos, fonoaudiólogos, instrutores e intérpretes de libras, para atender 480 crianças com deficiência nas 16 escolas e 23 centros de educação infantil.
Apesar do sucesso atingido pelos programas, para a diretora do departamento, Fabiana Lorenzoni, é preciso ainda flexibilizar o currículo escolar e criar novos métodos de avaliação. “É preciso adequar os mecanismos de avaliação que serão utilizados, não podemos avaliar da mesma forma pessoas com deficiências diferentes nem aquelas que não têm deficiência.”
Para Lorenzoni, a política de educação inclusiva tem papel fundamental na construção do caráter cidadão não apenas dos deficientes atendidos, mas dos demais estudantes. Para a diretora, o contato entre alunos comuns e alunos com deficiência cria uma relação mútua de desenvolvimento. “Enquanto os alunos comuns aprendem a conviver com a diversidade, os alunos com deficiência se sociabilizam, tornando-se menos infantilizados, aprendem mais.”

Socialização
– É o caso de Dionei Berto, 17, que estudou na escola Dona Lili até 2009 e hoje cursa o primeiro ano do ensino médio em turma regular da Escola Estadual Urbana Profª Francisca Alves Gevaerd. Ele sonha ser médico, joga vôlei em uma escolinha no colégio, gosta de surfe, trabalha como copeiro e, devido a uma deformidade congênita, não tem o antebraço esquerdo.
Nas aulas de surfe Dionei aumentou a autoestima e passou a se integrar melhor com os colegas.  Foto: Fabiana Carvalho Dionei participou de uma escolinha de surfe vinculada à rede municipal. “Se no colégio eu ficava no meu canto, com uns poucos amigos, no surfe sempre me trataram como igual, com o tempo eu comecei a fazer mais amigos”, revela Berto.
Praticar o esporte elevou a autoestima e a confiança do adolescente, porém a discriminação não acabou. Segundo Dionei, “há as brincadeiras e os apelidos que não incomodam, dos amigos, mas têm aqueles que querem ofender, nesses casos eu fico chateado”.
Diego Rocha

Fonte: Portal Mec

SEGUNDA CHAMADA SELECIONADOS AO CURSO TÉCNICO EM SERVIÇOS PÚBLICOS

Os alunos abaixo relacionados deverão comparecer à escola polo – E.E. PROFESSOR ALÍCIO ARAÚJO, para efetuarem matrícula.

Plantão – 12/04//2011 – 19h às 22h

14/04/2011 – 19h às 22h

51 RAFAELA CHAMORRO HERNANDO

52 SOLANGE DA GUIA DE ALMEIDA

53 LINDALIA LOPES RAMOS

54 SIMONE APARECIDA MARTINS VILHARGA

55 THABATA ALVES LEITE

56 VALDIR ADELINO FERNANDES

57 PAULO HENRIQUE DE SOUZA

58 ARIANE APARECIDA AMARAL BARBOSA

59 LIANE RODRIGUES MARIANO

60 CARMEM LEATRICE ALVES MARCELINO

61 VANUSA MARTINS DA SILVA

62 DANIELE DA SILVA ARAÚJO

63 ELIS REGINA DOS SANTOS VIEGAS

64 JOSE GERMANO DA SILVA FILHO

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Piso salarial do magistério é constitucional, diz o Supremo

Por oito votos a um, os ministro do STF consideraram constitucional a lei do piso e mantiveram o entendimento de que o valor deve ser considerado como vencimento básico dos professores (foto: arquivo do STF)O Supremo Tribunal Federal (STF) considera constitucional o piso salarial nacional do magistério, atualmente de R$ 1.187,14. A decisão da Corte, tomada na tarde de quarta-feira, 6, decorre da análise da Ação Direta de Inconstitucionalidade nº 4.167, ajuizada em outubro de 2008 pelos governos do Mato Grosso do Sul, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Ceará.

Por oito votos a um, o Supremo considerou a constitucionalidade da lei e manteve o entendimento de que o valor deve ser considerado como vencimento básico. A Lei nº 11.738, de 16 de julho de 2008 (Lei do Piso), prevê a adaptação gradual de estados e municípios à remuneração do professores, além de suplementação da União, em caso de necessidade.

Dos 5.565 municípios brasileiros, 29 pediram a suplementação em 2009 e 40, em 2010. Para este ano, a previsão orçamentária da União destina R$ 800 milhões à suplementação. Os argumentos a favor da constitucionalidade foram apresentados ao STF pelo advogado-geral da União, Luís Inácio Adams, durante o julgamento.

Outra cláusula da Lei do Piso a ser submetida a julgamento do Supremo é  o parágrafo 4º do artigo 2º — determina o cumprimento de no máximo dois terços da carga horária do magistério em atividades em sala de aula: “§ 4º  Na composição da jornada de trabalho, observar-se-á o limite máximo de 2/3 (dois terços) da carga horária para o desempenho das atividades de interação com os educandos.” Na análise de quarta-feira, não houve quorum necessário de seis votos para a declaração de constitucionalidade ou de inconstitucionalidade da norma.

Assessoria de Comunicação Social
Fonte: Portal Mec

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Não enxergar é apenas um detalhe para Dalina

Na reportagem do Jornalista Abílio Pietramale do Caminhos da Bike no Exportiva da Tv RIT, você vai conhecer a Dalina. Para ela não enxergar é apenas um detalhe, em uma história de superação que começou aos 13 anos. O Caminhos da Bike conta com a parceria da Medianeira Dourados, Inflex, Saco Plast, Gráfica Seriema, Serlinc, Posto Taiamã, C.F.C Grand Prix

Fonte: YouTube

terça-feira, 5 de abril de 2011

Nesta segunda o Sistema de Gestão de Bibliotecas GNUTECA foi
disponibilizado no Portal do Software Público. O lançamento do
GNUTECA, licenciado como software livre, ocorreu na segunda-feira
passada, na sede da Companhia de Processamento de Dados do RS
(Procergs), na cidade de Porto Alegre, com a presença de
representantes do Ministério do Planejamento e da Cooperativa Solis.
O Gnuteca é um sistema para automação de todos os processos de uma
biblioteca, independente do tamanho de seu acervo ou da quantidade de
usuários. O sistema foi criado de acordo com critérios definidos a
validados por um grupo de bibliotecários e foi desenvolvido tendo como
base de testes uma biblioteca real, a do Centro Universitário
Univates, onde está em operação desde fevereiro de 2002.
Para quem esta cadastrado no Portal basta acessar a comunidade
diretamente pelo endereço
http://www.softwarepublico.gov.br/ver-comunidade?community_id=30724784
O software é aderente a padrões conhecidos e utilizados por muitas
bibliotecas, como o ISIS (Unesco) e o MARC21 (LOC - Library Of
Congress). Por ter sido desenvolvido dentro de um ambiente CDS/ISIS, o
Gnuteca prevê a fácil migração de acervos deste tipo.
O sistema pode ser utilizado tanto na gestão de pequenos acervos
particulares, como para acervos de mais de 100 mil exemplares. Por ser
um software livre, e utilizar como base apenas outros softwares
livres, não há limite prático no número de estações de atendimento,
ilhas para consulta ou acesso através da Internet.
RESUMO do GNUTECA
01) Público-alvo e principais usuários: bibliotecários, órgãos do
governo, gestores de escolas e faculdades, museus e escritórios de
advocacia
02) Características Técnicas: Framework Miolo, Banco PostgreSQL, PHP,
Apache, respeito ao MARC21, protocolo Z39.50, AACR2.
03) Principais funcionalidades: Atende múltiplas bibliotecas com base
integrada, respeita 100% o MARC21, totalmente WEB.

Recebido por e-mail.

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Poema célebre de João Cabral tem versão em desenho animado

 
 A saga do retirante Severino agora pode ser vista na TV nos traços do cartunista Michel Falcão. (Foto: Fabiana Carvalho)O mais célebre poema de João Cabral de Melo Neto, Morte e Vida Severina, ganhou versão em desenho animado. A saga do retirante Severino, “aquele da Maria do Zacarias, lá da serra do Costela, limites da Paraíba”, foi ilustrada pelo cartunista pernambucano Michel Falcão. A animação, também transformada em quadrinhos, entra na grade de programação da TV Escola nesta segunda-feira, 4.

“Estamos falando de uma das maiores representações da literatura brasileira”, destacou Maria do Pilar Lacerda, secretária de Educação Básica do Ministério da Educação. “Essa é uma possibilidade de estudantes de todo o país conhecerem, de forma lúdica, uma obra dessa importância.”

Em pouco menos de 55 minutos, a animação dá vida ao texto original – sem nenhuma alteração – de João Cabral de Melo Neto, em desenhos feitos a bico de pena. Com o uso de tecnologia 3D (três dimensões), a animação é resultado de uma parceria com a Fundação Joaquim Nabuco.

Escrito entre 1954 e 55, o poema, considerado um marco na literatura nacional, narra a trajetória de um migrante nordestino até a cidade de Recife, ainda hoje a mais próspera da região. Com fortes elementos de crítica social, o texto já foi tema de teatro, música, filme, seriado de TV e, mais recentemente, de história em quadrinhos, também ilustrada por Michel Falcão.

O poema de João Cabral ganhou versão integral também em quadrinhos. (Foto: Fabiana Carvalho)O próprio João Cabral de Melo Neto disse, em entrevista citada no prólogo da versão em quadrinhos, que do poema “Já se tinha feito de tudo; não seria, por conseguinte, de estranhar que qualquer dia alguém inaugurasse um edifício chamado Morte e Vida Severina, pois o poema é como uma espécie de babaçu que tem mil e uma utilidades.”

A TV Escola pode ser assistida no canal 112 da SKY, 694 da Telefônica TV Digital, 123 da Via Embratel, pela antena parabólica analógica, na horizontal, frequência 3770 e digital banda C Vertical, frequência 3965 e também pela página eletrônica da emissora. A animação de Morte e Vida Severina também pode ser assistida pela internet, na página eletrônica da TV Escola.

Ana Guimarães

Fonte MEC

Cursos do ProInfo Integrado( Tecnologias na Educação: ensinando e aprendendo com as TIC, Elaboração de Projetos e Introdução à Educação Digital

Prezados(as) Diretores(as) e Professores das Salas de Tecnologias Educacionais;
O Núcleo de Tecnologia de Dourados-NTE vem através do presente comunicar que com base no levantamento realizado anteriormente junto às escolas, sobre a formação continuada dos professores e demais profissionais em educação em relação às capacitações pedagógicas, encontram-se  abertas até 08/04/2011 às inscrições referentes aos Cursos do ProInfo Integrado( Tecnologias na Educação: ensinando e aprendendo com as TIC, Elaboração de Projetos e Introdução à Educação Digital). Todas às informações  estão disponíveis na CI 008 (em anexo).
Na certeza de contarmos com a participação e colaboração de todos(as), principalmente em relação ao apoio aos professores e coordenação pedagógica para realização dos referidos cursos, antecipamos nossos agradecimentos e nos colocamos à disposição para maiores esclarecimentos e informações via e-mail ( ntedourados.cursos@gmail.com) ou através dos fones: 3411-8410/8411/8412/8413.
Atenciosamente.
Equipe Pedagógica

CI Nº 008 Clique aqui para baixar

Fichas de Inscrição com diretores e professores das Salas de Tecnologias

UFGD inscreve para curso de professor-tutor a distância

UFGD inscreve para curso de professor-tutor a distância
A Pró-Reitoria de Ensino de Graduação da Universidade Federal Grande
Dourados (UFGD) publicou edital de inscrição e seleção de candidatos a
50 vagas do curso de formação/capacitação de professor-tutor a
distância nas áreas de Matemática, Ciências Biológicas, Física e
Química.
A distribuição das vagas é a seguinte: 20 vagas para candidatos com
formação em Matemática; 10 vagas para candidatos com formação em
Ciências Biológicas; 10 vagas para candidatos com formação em Física;
e 10 vagas para candidatos com formação em Química.
O objetivo do curso é formar/capacitar profissionais para atuar nos
cursos de Especialização em Ensino de Ciências – anos finais do Ensino
Fundamental, Especialização em Ensino de Matemática no Ensino  Médio e
em demais cursos ofertados pela Universidade Aberta do Brasil (UAB),
em parceria com a UFGD.
A inscrição deverá ser feita por meio do preenchimento e submissão do
formulário de inscrição on-line, disponível no endereço
http://ead.ufgd.edu.br/inscritutor.php , de 29 de março a 03 de abril,
e da entrega, em um envelope, os documentos constantes do  item 8 no
edital, pessoalmente,  das 8h às 11h e das 14h às 17h,  ou via  Sedex,
no/para o  seguinte endereço: UFGD/Educação a Distância,  Rua
Benjamim Constant,  nº  685,  (sub  esquina com Rua Weimar Gonçalves
Torres),  Jardim América, Dourados/MS,  79803-040,  no período  de  04
a  06  de  abril  de 2011.
A seleção dos candidatos será feita pela  Comissão de Seleção/UFGD,
mediante a análise do currículo e pontuação a ser atribuída, conforme
anexo II do edital, considerando os seguintes itens: a)  graduação na
área de atuação; b)  pós-graduação (Especialização, Mestrado e
Doutorado) na área de atuação, ou em áreas afins; c)  experiência
profissional no magistério superior; d)  experiência profissional com
Educação a Distância; e)  desenvolvimento e utilização de espaço
virtual ou páginas da Internet no/para o ensino; f)  cursos na ou
sobre a modalidade a distância.
Os resultados estarão disponíveis a partir do dia 11 de abril.
Os candidatos aprovados no Curso de Formação/Capacitação poderão  ser
convocados para assumir funções  nos  cursos  desenvolvidos pela
Educação a Distância da UFGD,  de acordo com as necessidades e
particularidades de cursos e disciplinas, considerando-se a
classificação entre cursistas da mesma área de formação/atuação,
habilitação e entrevista.
O tipo de vínculo, a ser estabelecido entre os profissionais
formados/capacitados  na/pela EaD/UFGD, refere-se unicamente à
categoria de bolsista, conforme programa  ou projeto  ao qual o curso
estiver vinculado.
Os candidatos convocados, para assumir funções nos cursos de Educação
a Distância da UFGD, deverão ter a disponibilidade de 20 horas
semanais para desenvolver atividades, incluindo sábados, domingos e
feriados, bem como disponibilidade para viagens (quando for o caso).
Edital
http://www.ufgd.edu.br/prograd/ead/editais/Edital_para_Selecao_-profissionais_EaD_UFGD-especializacao-11-2011.pdf
Mais informações
http://www.ufgd.edu.br/prograd/ead
E-mail ead@ufgd.edu.br
Telefones  (67) 3410-2657 e 3410-2655

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Abertas as inscrições para o Prêmio Educadores Inovadores Brasil 2011

Professores de escolas públicas e particulares já podem se inscrever no Prêmio Microsoft Educadores Inovadores Brasil 2011. Basta enviar o projeto educacional até 26 de junho. O objetivo do concurso é incentivar o desenvolvimento de ações de incorporação das tecnologias em atividades que proporcionem um melhor desempenho da comunidade escolar.

Os educadores das Secretarias Municipais e Estaduais de Ensino, dos Núcleos de Tecnologia Educacional, de escolas públicas, de fundações e de escolas técnicas públicas (cursos que não sejam de tecnologia da informação) podem se inscrever nas categorias Inovação em Comunidade – Aprendizagem Além da Sala de Aula; Inovação em Colaboração – Aprendizagem Colaborativa; Inovação em Conteúdo – Construção e Conhecimento Crítico.

A categoria Educador Inovador – Escola Técnica é para os professores das escolas técnicas municipais, estaduais e federais de cursos ligados à área da Tecnologia da Informação (TI). Neste ano há uma nova categoria, Educador Inovador – Escola Particular, para os professores que lecionam qualquer disciplina na escola particular.

O responsável pelo projeto vencedor na Categoria Educador Inovador receberá um notebook e uma capacitação do Programa Aluno Monitor para 200 alunos da escola. Os vencedores das demais categorias ganharão um notebook com o sistema operacional da Microsoft e poderão apresentar seus trabalhos em eventos internacionais da Microsoft.

O Prêmio Microsoft Educadores Inovadores está na sexta edição, procurando sempre reconhecer os melhores projetos educacionais que fazem uso da tecnologia, desenvolvidos por educadores de escolas públicas (estaduais, municipais ou federais), particulares, Fundações, Secretarias Municipais e Estaduais de Ensino, Núcleos de Tecnologia Educacional e Escolas Técnicas Públicas.

Informações e inscrições pelo site www.educadoresinovadores.com.br

Fonte: SED

Prova ABC vai criar índice para ciclo de alfabetização

Desde 28 de março, o programa Todos Pela Educação aplica a Prova Brasileira do Final do Ciclo de Alfabetização (Prova ABC). O processo de aplicação, em parceria da organização não governamental Todos pela Educação com o Instituto Paulo Montenegro, a Fundação Cesgranrio e o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), deve ocorrer em até 45 dias. A divulgação dos resultados, nacionais e por região, está prevista para a segunda quinzena de junho.
Diferente da Provinha Brasil, aplicada a alunos no segundo ano de escolarização para diagnosticar a aprendizagem e intervir durante o ano letivo, a Prova ABC pretende criar um indicador para identificar o nível de alfabetização dessas mesmas crianças ao fim do ciclo. Seis mil alunos de 262 turmas de escolas municipais, estaduais e particulares das 27 unidades da federação farão a prova, que será aplicada por um examinador designado pelo programa — na Provinha Brasil, os próprios professores aplicam a prova. As escolas foram selecionadas por sorteio, respeitada a distribuição de crianças matriculadas em cada rede de ensino.
Foram preparados 20 cadernos de prova diferentes — dez com 20 questões de matemática e dez com 20 questões de literatura —, compostos a partir de rotação de itens. Todas as provas contam com redação. Cada estudante fará uma das versões da prova, com questões de literatura ou de matemática, e a redação.
A secretária de educação básica do Ministério da Educação, Maria do Pilar Lacerda, vê com bons olhos o indicador não governamental. “O índice pode servir para sabermos se as políticas públicas para os três primeiros anos do ensino fundamental — Provinha Brasil, literatura infantil, Pró-Letramento, que forma os professores — têm dado resultado”, afirmou.
Dentro das políticas para educação infantil, Maria do Pilar ressalta que toda criança deve saber ler, escrever e interpretar texto ao fim do terceiro ano da educação básica.
Diego Rocha

 

Fonte: MEC